Para prevenir e melhorar a dor de cabeça: silêncio!

Publicado em 18/04/2020

 Tratamento

Lugares silenciosos e calmos evitam o estresse e a dor de cabeça.

Barulhos muito altos e constantes podem provocar dores no corpo e até mesmo distúrbios do sono. Isso acontece porque, quando exposto a ruídos, o organismo libera grandes quantidades de açúcar e gordura, provocando estresse e ansiedade, por exemplo.1

Esses barulhos também podem ser inimigos de pessoas que sofrem de algum tipo de cefaleia. Veja os casos mais afetados e como o silêncio pode ajudar.

Por que lugares barulhentos dão dor de cabeça?

Sons altos e ruídos podem causar o estresse em algumas pessoas. Por provocar essa pressão, ocorre uma contração muscular e a liberação de substâncias inflamatórias nos vasos sanguíneos, explicando a dor.1

Além de poder causar a dor de cabeça, existem casos onde a cefaleia também apresenta fonofobia como sintoma, ou seja, aversão a sons. Pacientes com esse quadro tendem a preferir repousar em lugares silenciosos para o alívio da dor.2

Como o silêncio ajuda?

O silêncio ajuda a prevenir o estresse e a dor de cabeça, além de aliviar o sintoma quando a crise começa.1,2

Ficar em locais silenciosos durante as crises de dor de cabeça pode ser um grande alívio. Quando a dor aparece, o corpo fica mais suscetível a estímulos externos, como luzes e sons, respondendo com mais dor.1,2,3

O silêncio também evita o estresse e ajuda o organismo a se manter equilibrado, sem alterações hormonais ou contrações musculares. Ambientes como esse evitam a dor de cabeça e outras complicações como distúrbios do sono e até mesmo infarto.1,3

Evitar lugares barulhentos, praticar meditação, yoga e atividades que trabalhem a mente e o corpo, são fundamentais para manter a calma e a saúde. Caso a dor de cabeça persista, procure um médico para saber qual tratamento seguir.1,2,3

1. NILSON, G.O Marque, S. G. L.O Lima, D. E. S.O Pereira, K. P. - Aspectos favoráveis do exercício físico no controle das patofisiologias provocadas pelo estresse crônico. - Revista Didática Sistêmica, Edição Especial a Evento. Extremos do Sul. P. 79a94. 2014. Acesso em: 04 de Março de 2020.

2. PAGLIOLI, Rafael; LIMA, Marjana Reis; MARRONE, Luiz Carlos Porcello. Cefaleias: diagnóstico diferencial. Acta méd.(Porto Alegre), v. 33, n. 1, p. [5]-[5], 2012. Acesso em: 26 de Março de 2020.

3. PIMENTEL-SOUZA, Fernando. Efeitos da poluição sonora no sono e na saúde em geral–Ênfase urbana. Revista Brasileira de Acústica e Vibrações, v. 10, p. 12-22, 1992. Acesso em: 26 de Março de 2020.

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